Funciona como um envelope com papel-carbono. Seu aparelho põe o crachá dentro e fecha. Nós conferimos o e-mail do trabalho e assinamos por fora; o carbono passa a assinatura para o crachá lá dentro. Você abre o envelope no seu aparelho e fica com um crachá assinado que nunca vimos. Quando você entra com ele, reconhecemos a assinatura, mas não sabemos de qual envelope ela veio.
Acompanhe, nas duas colunas de baixo, o que fica no seu aparelho e o que chega até nós.
Aceitamos domínios de empresas cadastradas pelo CNPJ. Antes do envio, seu aparelho resolve um desafio rápido que freia robôs.
Prova que você tem acesso a essa caixa de e-mail hoje. A empresa controla essa caixa e pode ver que um código chegou.
Antes, ele confere no diretório assinado que a chave é a mesma para todo mundo da empresa neste trimestre.
Conferimos o código e assinamos o crachá embaralhado com a chave da empresa.
Seu aparelho desembaralha a assinatura e guarda o crachá. Ele vira conta algumas horas depois, na sua próxima visita.
Comece pelo e-mail que a empresa deu para você.
Não guardamos o e-mail: ele serve só para enviar o código e é apagado na verificação. E-mails pessoais (gmail, hotmail) não valem.
Só você vê. Nada daqui chega até nós sem aparecer na outra coluna.
Nada ainda.
Tudo o que recebemos e o que apagamos no caminho.
Nada ainda.
Muita gente no Brasil não tem: varejo, indústria, call center, logística. Estamos estudando verificação por documento; ainda não está disponível.
O crachá vale no trimestre em que foi emitido e no seguinte. Depois disso, é preciso verificar de novo.