Os salários sobem, devagar
Desde o começo de 2024, a mediana de Dev Backend Pleno em São Paulo subiu 16%. Como PJ, o valor bruto fica cerca de 32% acima, mas sem 13º, férias e FGTS: na conta completa, ainda paga menos que a CLT.
Mediana mensal por trimestre
Dev Backend Pleno, São Paulo, salário bruto. O valor PJ não inclui benefícios.
Onde se paga mais
São Paulo e o Distrito Federal lideram. No Nordeste, a mesma vaga paga de 20% a 30% menos. Estados com menos de 5 relatos ficam tracejados: não mostramos número sem amostra.
Cada estado, do mesmo tamanho
Toque num estado para ver o valor. Dev Backend Pleno, CLT, mediana mensal.
A faixa salarial começa a aparecer nas vagas
Neste trimestre, 31 de cada 100 vagas trazem faixa salarial. No começo de 2024 eram 18. Ainda é a minoria.
100 vagas publicadas
Cada ponto é uma vaga.
Vagas com faixa, por trimestre
Percentual das vagas publicadas por empresas da amostra.
O presencial voltou
As vagas 100% remotas caíram quase pela metade desde 2022. O híbrido se estabilizou e o presencial passou de novo da metade.
Modelo de trabalho das vagas, por ano
Quem paga bem nem sempre trata bem
Cada círculo é uma empresa: mais à direita paga mais, mais acima é mais bem avaliada, e o tamanho é o número de avaliações. A Mandacaru paga abaixo da média e tem uma das melhores notas.
Salário contra nota
Mulheres ganham menos nas mesmas empresas
Empresas com 100 ou mais funcionários publicam um relatório de transparência salarial por semestre (Lei 14.611/2023). Em todas as empresas da amostra, a mediana das mulheres fica abaixo da dos homens.
Mediana das mulheres para cada R$ 100 dos homens
O que está acontecendo dentro das empresas
Reajustes se concentram em janeiro, PLR entre fevereiro e abril. A volta ao escritório cresce desde agosto.
Eventos confirmados por mês
O dia de trabalho custa mais do que o salário mostra
Em São Paulo, o almoço mediano perto do trabalho custa R$ 52 e a ida leva 44 minutos. Em 6 de 10 empresas da amostra, o VR não paga um mês de almoço perto do escritório.
De onde vêm estes números
Todo dado vem de pessoas que provaram trabalhar na empresa com o e-mail corporativo. Depois da verificação, uma assinatura cega separa a conta do e-mail: pela assinatura, ninguém liga uma coisa à outra, nem nós. Por lei, guardamos registros de acesso por 6 meses, lacrados.
Só mostramos um número com 5 relatos ou mais, e nada de uma empresa antes de 10 crachás verificados. Salários aparecem como faixa (do 25º ao 75º percentil) e mediana, com ruído estatístico para proteger quem informou. Relatos são publicados entre 24 e 72 horas depois, em lote.
Protótipo. Empresas, pessoas e números são fictícios.